22H00 - CAFÉ CONCERTO
21H30 - AUDITÓRIO
23H00 - AUDITÓRIO
21H30 - AUDITÓRIO
23H00 - AUDITÓRIO
15H00 - BLUES PICNIC
16H00 - BLUES PICNIC
17H00 - BLUES PICNIC
18H00 - BLUES PICNIC

Budda Guedes é um nome incontornável do blues português. O seu projecto Budda Power Blues já representou o país no European Blues Challenge e conta com inúmeras atuações em palcos nacionais e internacionais; o seu último disco, The Blues Experience, foi gravado em parceria com a Maria João, a diva do jazz.

O guitarrista Nuno Andrade é um músico que tem vindo a cimentar uma trajectória no blues, primeiro com a Fireblue Blues Band e mais recentemente com a Nuno Andrade Blues Drive. O BB Blues Fest 2017 arranca pois com um encontro entre dois amigos, que são também dois estimulantes músicos, num projeto em que a improvisação é a pedra de toque e cada atuação única, interpretando os seus originais e revisitando velhos clássicos do género.

22H00 - CAFÉ CONCERTO
Espetáculo gratuito, Audiência limitada à capacidade máxima da sala.
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E à sexta edição o BB Blues Fest acolhe um “old master”… Lazy Lester, nascido em 1933 no Louisiana, entre o Mississipi e o caminho-de- ferro, é um cantor e harmonicista com uma trajectória com quase sete décadas. Vulto do swamp blues, influenciado pela música cajun e pelo zydeco, com natural passagem pela Excello Records (de Nashville!), músico de Lightnin’ Hopkins e de Lightnin’ Slim, criador do doomy, autor de clássicos como “I’m a Lover Not a Fighter”, “I Hear You Knockin”, “Sugar-Coated Love” e “Bloodstains on the Wall” (com o produtor Jay Miller e alguns deles mais tarde regravados por bandas pop e rock da chamada British Invasion, incluindo The Kinks e Dave Edmunds), um concerto de Lester é um mergulho no mais fundo da tradição musical do sul dos Estados Unidos.

Oportunidade também para revisitar as suas singulares gravações dos anos 80 do século passado, como Lazy Lester Rides Again ou Harp & Soul. Em tournée europeia, no palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo estará acompanhado pelos Lazy Boots, banda madrilena formada como tributo ao próprio artista, ao swamp blues e ao som Excello.

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Nos últimos anos, Wax & Boogie converteu-se num dos melhores e mais valorizados formatos do panorama do blues, do rhythm and blues e do boogie woogie. Ster Wax e David Giorcelli têm sabido captar como poucos o verdadeiro espírito da música tradicional afro-americana para transformá-lo no seu próprio meio de expressão.

O seu conhecimento da linguagem da música negra é amplo, rico e variado. Ster e David deslizam com serenidade e aprumo pelas correntes mais variadas do género. Shuffle, boogie woogie, rock ‘n’ roll, swing ou jump formam parte do seu reportório habitual, sem esquecer os intensos e quentes slow down. Neles podemos apreciar a força e o feeling que, tanto David ao piano como Ster na voz, assim como os restantes músicos que os acompanham, imprimem a esta modalidade de blues que os negros do South Side desenvolveram em Chicago há algumas décadas atrás. Wax & Boogie também se fazem rodear dos melhores músicos da atual cena espanhola. Na bateria temos Reginald Vilardell, um dos mais solicitados em Espanha, e no contrabaixo Oriol Fontanals; ambos fazem parte de grandes bandas do género no país vizinho, tendo já tocado em inúmeros festivais internacionais.

Wax & Boogie apresentar-se- ão pela primeira vez em Portugal, depois de em abril último terem feito vibrar durante quatro noites o mítico clube parisiense Le Caveu de la Huchette. Uma escala imperdível.

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O que é afinal a música portuguesa? É o que ela faz de si mesma e os percursos, mesmo os mais improváveis que traça. The Black Mamba é o code name do encontro entre Pedro Tatanka (guitarra e voz) e Miguel Casais (bateria), cujo resultado é um repertório de canções em inglês e português com indumentária de western spaghetti pop. Uma das mais badaladas bandas nacionais, com dois discos de originais no saco: The Black Mamba (2012) e Dirty Little Brother (2014), este último com participações de Áurea e António Zambujo, entre outros.

Entretanto, enquanto esperamos nova gravação da banda lisboeta, vamos trauteando canções como I Want My Money Back, It Ain’t You ou Canção de Mim Mesmo. Carregados de uma sonoridade soul, neste sábado de BBBF os The Black Mamba assumirão por inteiro a sua paixão pela música negra, num concerto muito especial.

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Guitarrista, organista, cantor e compositor premiado, cujo singular estilo combina o melhor do velho blues com o rock da viragem e início de século, traçando novos caminhos para o blues do Mississippi. Discos como Live at Babe & Ricky’s Inn (2003) e, sobretudo, o seminal The Blues According to Zacariah (2005), marcaram o ponto de viragem de um competente produtor e escritor de canções para um bluesman de corpo inteiro. Em 2008 tocou para as tropas americanas estacionadas no Iraque e no Koweit, ano em que gravou Shot in the Kill Zone, ao vivo em Paris; «Bom somos todos músicos, suponho que isso faz de nós médicos», afirmou uma vez em entrevista.

E no ano seguinte, em 2009, Zac Harmon tocou com a sua banda em frente da própria Esfinge, no Egito. From the Root (2009), Music is Medicine (2012) e Right Man Right Now (2015) consolidaram uma trajetória cada vez mais aclamada. Harmon sabe como provocar emoções poderosas com a sua guitarra e as suas notas prolongadas criam uma intimidade em crescendo com o público dos seus concertos, convocando, afinal, velhos valores do blues como a emoção e o baile. Uma estrela internacional, um músico de celebração e alegria.

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Billy Lobster terá nascido no mundo submarino, toca blues e rock ‘n’ roll; Billy Lobster é uma one man band e é o nome artístico do músico moldavo, radicado em Portugal, Pavel Racu. O nome Billy Lobster surgiu da junção de Billy, que era a sua alcunha na Moldávia, e da qual Pavel nada gostava, e Lobster (lagosta), que em moldavo se escreve Racu. Billy Lobster fará as léguas do Tejo até esta margem, para um concerto de guitarra, bateria, harmónica e voz, seriamente lúdico e surpreendente, à sombra de Buddy Guy e John Lee Hooker.

15H00 - BLUES PICNIC
Espetáculo gratuito
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Quando um músico madeirense, Daniel Henriques, funda uma banda em São Paulo (Brasil) o resultado é a Black Dog Blues Band. Uma proposta estética de blues do Mississippi, de Chicago e da Califórnia, jumpin’ blues e reminiscências do jazz, marcada pela cena musical da grande urbe brasileira e presença habitual nos palcos bluesy portugueses.

16H00 - BLUES PICNIC
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Ladies and gentlemen, os senhores Peter “Sarge” Frampton, Charlie Gardner e Justin “Gibbo”. Falamos, obviamente, dos The Lisbon Escape Commitee, banda britânica que nos revisita, depois de uma frenética Blues Night em outubro de 2016.

Os The Lisbon Escape Commitee trazem-nos o melhor da fecunda tradição do blues rock britânico. Frampton, que tocou nos Poacher, famosa banda country inglesa do 70 e 80, é um nome incontornável para os apaixonados das muitas vertentes da música norte-americana deste lado do Atlântico. Os The Lisbon Escape Commitee são a promessa de uma matiné dançante e celebratória, e igualmente um desfrute para os melómanos mais exigentes e informados.

17H00 - BLUES PICNIC
Espetáculo gratuito
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A edição de 2017 do BBBF encerra com um músico que já faz parte da identidade do festival e dos concertos blues na Baixa da Banheira. O Jean Paul esteve no festival de 2014 e repetiu numa Blues Night no ano seguinte. Um explorador incansável da tradição do blues e do rock, o guitarrista holandês apresenta-se em formato jam session, traçando silhuetas de música negra americana, africana e europeia. Boa disposição e groove para terminar o festival.

18H00 - BLUES PICNIC
Espetáculo gratuito
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